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Vol. 14. Núm. 2.
Páginas 53-68 (Abril - Junio 2016)
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Vol. 14. Núm. 2.
Páginas 53-68 (Abril - Junio 2016)
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DOI: 10.1016/j.androl.2015.02.001
Comportamento sexual de estudantes de medicina portugueses e seus fatores preditivos
Sexual patterns in Portuguese medical students and its predictive factors
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Carla Peixotoa, Francisco Botelhob,c, Inês Tomadad,e,f, Nuno Tomadaf,g,h,
Autor para correspondencia
nunotomada@gmail.com

Autor para correspondência.
a Serviço de Ginecologia e Obstetrícia, Centro Hospitalar S. João, EPE, Porto, Portugal
b Serviço de Urologia, Hospital de Braga, Braga, Portugal
c Departamento de Higiene e Epidemiologia, Faculdade de Medicina da Universidade do Porto, Porto, Portugal
d Centro da Criança e do Adolescente e Serviço de Ginecologia e Obstetrícia, Hospital Cuf Porto, Porto, Portugal
e Escola Superior de Biotecnologia, Universidade Católica Portuguesa, Porto, Portugal
f Departamento de Biologia Experimental, Instituto de Investigação e Inovação em Saúde, IBMC – Instituto de Biologia Molecular e Celular, Universidade do Porto, Portugal
g Serviço de Urologia, Centro Hospitalar S. João, EPE, Porto, Portugal
h Departamento de Doenças Renais, Urológicas e Infeciosas, Faculdade de Medicina da Universidade do Porto, Porto, Portugal
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Tabela 1. Estado civil e padrão sexual dos estudantes de medicina inquiridos, de acordo com grupo de estudo em que foram alocados (grupo 1: 1.° e 2.° anos letivos; grupo 2: 3.° e 4.° anos letivos; grupo 3: 5.° e 6.° anos letivos) e género. Os dados são apresentados em percentagem
Tabela 2. Métodos contracetivos utilizados pelos estudantes de medicina do sexo masculino e respetiva satisfação sexual após entrada na universidade, de acordo com grupo de estudo em que foram alocados (grupo 1: 1° e 2° anos letivos; grupo 2: 3° e 4° anos letivos; grupo 3: 5° e 6° anos letivos). Os dados são apresentados em percentagem
Tabela 3. Métodos contracetivos utilizados pelos estudantes de medicina do sexo feminino e respetiva satisfação sexual após entrada na universidade, de acordo com grupo de estudo em que foram alocados (grupo 1: 1.° e 2.° anos letivos; grupo 2: 3.° e 4.° anos letivos; grupo 3: 5.° e 6.° anos letivos). Os dados são apresentados em percentagem
Tabela 4. Comportamento sexual dos estudantes de medicina inquiridos em função com o seu estado civil (solteiros, num relacionamento de longo prazo e casados). Os dados são apresentados em percentagem
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Resumo
Objetivo

Avaliar a prevalência de comportamentos de risco, comportamento sexual e disfunções sexuais (DS) em estudantes de medicina portugueses.

Materiais e métodos

Estudantes da Faculdade de Medicina do Porto foram divididos em 3 grupos de acordo com o ano académico – grupo 1 (1.°/2.° anos, n=288), grupo 2 (3.°/4.° anos, n=267) e grupo 3 (5.°/6.° anos, n=250) – e convidados a preencher um questionário sobre sexualidade e comportamento de risco. A análise estatística foi efetuada com recurso ao programa SPSS®.

Resultados

Responderam ao questionário 258 homens e 547 mulheres, com idade mediana de 20 anos. A idade mediana da primeira experiência sexual dos inquiridos foi 17 anos, no entanto, 33,9% dos estudantes ainda não tinha tido qualquer experiência sexual. Verificou‐se que a prática conjunta de sexo oral e vaginal foi a mais comum (56,2%). A disfunção ejaculatória foi a DS mais referida pelos homens (18,2%), seguida da disfunção erétil (DE) (7,8%), particularmente quando associada ao consumo de drogas ilícitas (22,2%). As mulheres reportaram com maior frequência dispareunia (40,8%), dificuldade em atingir um orgasmo (34,7%) e falta de lubrificação (18,5%).

Conclusões

Embora os estudantes de medicina representem uma população jovem saudável, a tensão física, emocional e mental a que estão sujeitos afeta negativamente a sua sexualidade. Além disso, a autoconsciência sexual pode afetar futuras interações com doentes com DS. Este estudo transversal demonstra que esta população em particular é globalmente inexperiente, contudo, são necessários mais estudos de avaliação dos padrões sexuais na população portuguesa para melhor esclarecer o seu perfil relativamente aos restantes jovens.

Palavras‐chave:
Sexualidade
Estudantes de medicina
Disfunção sexual
Práticas sexuais
Contraceção
Abstract
Objective

To assess the prevalence of risk behavior, sexual behavior and sexual dysfunctions in Portuguese medical students.

Methods

Students of the Faculty of Medicine of Porto were divided into three groups according to the year they are enrolled: group 1 (1st/2nd year, n=288), group 2 (3rd/4th year, n=267) and group 3 (5th/6th year, n=250). An anonymous questionnaire about sexuality and risk behavior was filled in. Statistical analysis was performed using SPSS®.

Results

The questionnaire was answered by 805 students (female=547; male=258), with median age of 20 years. The median age of the first sexual experience was 17 years, but 33.9% of the students denied having any sexual experience. The most common sexual practice is the joint practice of oral and vaginal sex (56.2%). Ejaculatory dysfunction was the sexual dysfunction most referred by men (18.2%), followed by erectile dysfunction (7.8%), particularly when associated to illicit drugs consumption (22.2%). The sexual dysfunctions most reported by women were dyspareunia (40.8%), difficulty in attaining an orgasm (34.7%) and lack of lubrication (18.5%).

Conclusions

Although medical students represent a healthy young population, the physical, emotional and mental strain they are subjected to affect negatively their sexuality. Furthermore, sexual self‐awareness may negatively impact future interactions with patients with sexual dysfunctions. This cross‐sectional study is very inclusive, and demonstrated that this population is globally inexperienced. However, more studies of Portuguese population are needed in order to better understand their profile in relation to the other youngsters.

Keywords:
Sexuality
Medical Students
Sexual Dysfunction
Sexual Practices
Contraception

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