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Vol. 9. Issue 2.
Pages 46-51 (June 2013)
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Vol. 9. Issue 2.
Pages 46-51 (June 2013)
DOI: 10.1016/S1646-706X(13)70015-6
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Angioacesso autólogo: determinantes da funcionalidade e permeabilidade
Autologous angioaccess: Determinants of functionality and patency
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Ana Ferreira
Corresponding author
sofiamedster@gmail.com

Autor para correspondência.
, Sérgio Sampaio, Alfredo Cerqueira, José Teixeira
Serviço de Angiologia e Cirurgia Vascular, Centro Hospitalar Hospital S. João, Porto, Portugal
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Tabela 1. Características demográficas da população.
Resumo
Objectivo

Identificação e quantificação do impacto dos factores determinantes de permeabilidade e funcionalidade nos angioacessosautólogos.

Material e métodos

Foram analisados os dados colhidos prospectivamente relativos a 94 acessos autólogos para hemodiálise realizados em 88 doentes durante o ano de 2010. As taxas de permeabilidade e funcionalidade foram estimadas pelo método de Kaplan-Meier. O impacto dos potenciais factores determinantes foi avaliado pelo teste de log rank (variáveis categóricas) e através da regressão de Cox (variáveis contínuas).

Resultados

Os 88 doentes incluiam 39 (44%) mulheres e 49 (56%) homens. A idade média foi de 68 anos (28–89). Cinquenta e um (53,3%) acessos foram construídos no punho, 8 (8,5%) no antebraço e 19 (37,2%) no cotovelo.

A taxa de permeabilidade primária foi 75% aos 6 meses, 74% aos 12 meses tendo-se mantido na última observação, aos 898 dias . Todos os doentes que iniciaram diálise pela fístula construída mantiveram a funcionalidade até à data de última observação. Vinte e quatro doentes foram reeintervencionados: 4 angioplastia com balão, 18 novos acessos e 2 encerramentos por síndrome de roubo. Aos 898 dias a taxa de mortalidade foi 4,5%. Não foi encontrada qualquer variável com impacto significativo na oclusão precoce ou tardia do acesso embora a oclusão de um acesso prévio se tenha aproximado da significância estatística (p=0,200).

Conclusão

A maioria dos acessos construídos está de acordo com as últimas recomendações da National Kidney Foundation-Kidney Dialysis Outcomes Quality Initiative (NKF-KDOQI), sendo maioritariamente localizada no punho, com taxas de permeabilidade e funcionalidade primária sobreponíveis às da literatura. A falência primária verficou-se precocemente ao que se segue uma estabilização das curvas de permeabilidade.

Palavras-chave:
Fístula arteriovenosa
Permeabilidade acesso
Funcionalidade acesso
Factor risco
Abstract
Objective

Identification and quantification of impact permeability and funcionality's determinants in hemodyalisis access.

Materials and methods

We analyzed retrospectively data from 94 autologous access for hemodialysis performed in 88 patients in 2010. The permeability and functionality rates were estimated by the Kaplan-Meier method. Impact of potential determinants was assessed by the log rank test (categorical variables) and by Cox regression (continuous variables).

Results

The mean age was 68 years (28–89) and there were 39 (44%) women and 49 (56%) men. Fifty-one (53.3%) fistulas were wrist located, 8 (8.5%) in the forearm and 19 (37.2%) in the elbow.

Primary permeability rates were 75% at 6 months, 74% at 12 months and remained in the final observation, at 780 days. All patients who started dialysis maintained functionality in the last observation. Twenty-four patients were reintervencionated: 4 balloon angioplasty, 18 built a new access and two closures for steal syndrome. At 898 days the mortality rate was 4.5%. None of samples variables had a significant relationship in the early or late occlusion of access although the existence of an occluded anterior fistula had p value close to statistical significance (p=0.200).

Conclusion

Most accesses are constructed according to the latest recommendations of the National Kidney Foundation-Kidney Dialysis Outcomes Quality Initiative (NKF-KDOQI), mostly located in the wrist, with patency rates and primary functionality overlapping the literature. The primary failure was noted in early periods of follow-up followed by the stabilization of permeability curves.

Keywords:
Arteriovenous fistula
Vascular patency
Vascular funcionality
Risk factor
Full Text
Introdução

Segundo o registo da ERA-EDTA Registry Annual Repport 20091, existem cerca de 10152 doentes no país em programa regular de Hemodiálise e 660 realizam diálise peritoneal, existindo uma prevalência aproximada de 75% de fístulas arteriovenosas, 20% de catéteres vensosos centrais e 5% de acesso protésico. Num país de reduzida dimensão como o nosso, trata-se de um número muito considerável de doentes, implicando morbilidade, mortalidade e custos sociais e económicos muito elevados.

A morbilidade e mortalidade associada aos acessos vasculares, nomeadamente aos catéteres de hemodiálise, é muito significativa2. Neste contexto surgiu a necessidade da criação de guidelines internacionais (KDOQUI, 1997)4 que regulem a construção, uso e seguimento do angioacesso.

Um dos principais aspectos nelas referidos é o uso preferencial da fístula arteriovenosa (FAV) dada a sua menor associação a co-morbilidades e mortalidade1–3. O angioacesso deve ser construído o mais distalmente possível, sendo o diâmetro interno da veia e artéria superior a 2mm, no membro superior não dominante, e com uso prioritário de material autólogo5.

Neste contexto, o estudo realizado pretendeu identificar e quantificar o impacto dos factores determinantes da permeabilidade e funcionalidade dos angioacessos autólogos primários na cirurgia de ambulatório, avaliar a taxa de complicações e calcular a taxa de mortalidade global através da curva de sobrevida.

Material e métodos

Foram colhidos prospectivamente os dados de 94 acessos autólogos realizados em 88 doentes no ano de 2010. Estes foram construídos no departamento de cirurgia de ambulatório. O tempo de follow-up variou de 365 dias a 898 dias. Para efeitos de follow-up os doentes foram contactados telefonicamente, caso esse contacto não fosse conseguido eram utilizados os dados refrentes à revisãi dos processos.

Definições

O tempo de permeabilidade primária foi definido como o intervalo desde a construção do acesso até qualquer procedimento visando a manutenção da permeabilidade e/ou até trombose do acesso.

O tempo de funcionalidade equipara-se ao intervalo desde a construção do acesso até à primeira canulação conceito do angioacesso com sucesso para a realização de hemodiálise6.

Foram analisados os seguintes factores e o seu respectivo impacto na permeabilidade: idade, sexo, diabetes mellitus, doença arterial obstructiva periférica, pacemaker/CDI, cateter de hemodiálise prévio e oclusão de acesso prévio.

A análise estatística foi realizada usando o programa SPSS® v20.0 sendo a permeabilidade e funcionalidade estimadas pelo método de Kaplan-Meier e o impacto dos factores determinantes avaliado pelo teste de log-Rank (variáveis categóricas) e regressão de Cox (variáveis contínuas).

A maioria destes acessos (cerca de 80–90%) foram efectuados por um mesmo cirugião vascular ou sob a supervisão deste.

Resultados

Dos 88 doentes incluídos, 39 (44%) eram mulheres e 49 (56%) homens. A idade média foi de 68 anos (28–89). Cinquenta e um (53,3%) acessos foram construídos no punho, 8 (8,5%) no antebraço e 19 (37,2%) no cotovelo. As características demográficas da amostra encontram-se na tabela 1, de ressalvar a elevada prevalência de diabetes (47%).

Tabela 1.

Características demográficas da população.

  (%) 
Idade média: 68
Sexo F/M  39/49  44/56 
Diabetes  41  47 
ICC avançada 
DAP 
Catéter prévio
Jugular direito 
Jugular esquerdo 

DAP: doença arterial periférica; F: feminino; ICC: insuficiência cardíaca congestiva; M: masculino.

A taxa de permeabilidade primária foi de 75% aos 6 meses, 74% aos 12 meses tendo-se mantido na última observação, aos 780 dias (fig. 1). Dezasseis doentes possuíam uma fístula anterior à data de construção (não funcionante).

Figura 1.

Curva de Kaplan Meier da permeabilidade global do angioacesso.

(0.06MB).

Nas FAVs do punho as taxas de permeabilidade foram de 82,2% ao 1° mês, 76,0% para o 6° mês, mantendo-se na última observação. Já no antebraço foram de 56,0%, tendo-se mantido sempre estáveis. As FAVs do cotovelo registaram permeabilidade de 74.3% no 1° mês, 71,3% ao 6° mês, tendo-se mantido desde então (fig. 2).

Figura 2.

Permeabilidade de acordo com a localização do angioacesso.

(0.06MB).

Os factores já referidos em «Material e métodos», com impacto na permeabilidade foram analisados, encontrando-se representados graficamente (figs. 3–8) O seu impacto foi avaliado pelo teste de log Rank sendo os valores de p < 0,05 considerados significativos. Para todos os factores estudados, o valor de p mais próximo da significância foi de 0,20 (existência de FAV anterior não funcionante).

Figura 3.

Impacto da diabetes na permeabilidade.

(0.06MB).
Figura 4.

Impacto da DAP (Doença Arterial Periférica) na permeabilidade.

(0.06MB).
Figura 5.

Impacto da ICC (Insuficiência Cardíaca Congestiva) na permeabilidade.

(0.06MB).
Figura 6.

Impacto do cateter de hemodiálise prévio na permeabilidade.

(0.06MB).
Figura 7.

Impacto da existência de acesso prévio na permeabilidade.

(0.06MB).
Figura 8.

Impacto do sexo na permeabilidade.

(0.06MB).

Vinte e quatro (27%) doentes foram reeintervencionados; 3 acessos foram encerrados por síndrome de roubo sintomático, 4 doentes com estenose da FAV susceptíveis de angioplastia e 18 construíram um novo acesso (por trombose).

A taxa de mortalidade foi de 4.5% aos 898 dias.

Todos os doentes que iniciaram diálise pelo angioacesso mantiveram-no funcional na data da última observação.

Discussão

Os angioacessos primários construídos na nossa instituição estão de acordo com as principais recomendações das KDOQI sendo maioritariamente localizados no punho, com taxas de permeabilidade global aos 6 meses de 75% e no primeiro ano 74%, sendo estas sobreponíveis às da literatura; Kazemzadeh7, (patência aos 2 anos de 65%), Kalman8 (54% aos 2 anos) e Fokou (75% ao 1° ano)9.

A trombose do angioacesso ocorre em fases muito precoces do follow-up, havendo depois uma estabilização das curvas de permeabilidade. As más condições anatómicas encontradas aliadas eventualmente a um perfil hemodinâmico desfavorável, poderão justificar este facto.

A permeabilidade no punho foi de 82,2% no 1° mês e 76,0% aos 6 meses e mantendo-se na data da ultima observação. Numa metaanálise relativa a angioacessos do punho10, publicada em 20047 com revisão de 30 estudos retrospectivos observou-se uma taxa de permeabilidade global de 62,5% (IC 95% 58,2–73,0%), tendo sido concluido que embora este acesso seja considerado de 1ª escolha a falência é muito significativa. Não foi encontrada nesta meta-analise diferença entre as permeabilidades encontradas nos estudos retrospectivos ou prospectivos.

Quanto à diferença notória de permeabilidades para o antebraço, esta explica-se pelo facto de constituir na maioria das vezes uma solução de recurso em doentes com anatomia desfavorável.

A análise estatística por diferentes factores não evidenciou nenhum factor com valor impacto significativo na permeabilidade. (p<0,05). A literatura apresenta resultados muito diversos relativo ao impacto de factores. Allon et al.11 e Kazemzadeh7 descrevem o sexo feminino como o único factor independente capaz de influenciar negativamente a permeabilidade, já Prischl12 et al não encontram qualquer relação, resultado concordante com a conclusão da metaanálise. De salientar a existência de uma percentagem muito significativa de doentes diabéticos (47%) bem superior à encontrada em muitos dos estudos retroespectivos revistos o que poderá ter uma influência negativa na permebilidade.

Dos doentes estudados houve 24 complicações registadas, uma percentagem mais elevada à obtida por Fokou9, numa revisão recentemente publicada de 626 acessos em 8 anos com uma taxa global de 16% contudo de realçar que o referido autor teve taxas de permeabilidade sobreponíveis, 76% ao 1° ano e 51% aos 2 anos. A taxa de complicações encontrada relacionou-se maioritariamente com trombose do acesso, cuja intervenção passou por um novo procedimento, recorrendo a um acesso temporário caso o processo de diálise fosse premente. Dos 4 doentes que efectuaram angioplastia, 3 deles mantiveram a permeabilidade na última observação. Este poderá ser um indicador para apostar na «permeabilidade primária assistida» ao invés do investimento num novo acesso à priori.

Quanto às limitações deste estudo, a primeira assenta na selecção de doentes para construção de angioacesso ser feita maioritariamente por avaliação clínica, não recorrendo ao uso sistematizado do eco-doppler como recomendam actualmente as guidelines. A amostra de reduzida dimensão, não traduziu valores de prova significativos, embora, os factores conhecidos como desfavoráveis (sexo feminino, idade, diabetes, doença arterial periférica e doença cardíaca) exibam de facto uma tendência para a diminuição da permeabilidade que podendo esta ser significativa com o prolongar do tempo de follow-up e alargamento do tamanho da amostra.

A taxa de permebilidade primária assistida não foi estimada devido ao reduzido número de casos, embora pudesse constituir um dado interessante. Não deixa de ser curiosa uma taxa de mortalidade relativamente baixa (4,5% aos 898 dias), atendendo ao grupo de risco estudado, o que poderá traduzir uma referenciação precoce para construção do acesso, tal como recomendado pelas Guidelines.

Conclusão

Sendo assim, é fundamental, a opção da fístula como primeira opção de acesso. Na nossa instituição esta mostrou ser uma solução com uma baixa taxa de complicações, que poderá ainda ser mais reduzida com a instituição de protocolos mais rigorosos de follow-up, nomeadamente para os chamados «grupos de risco». As taxas de permeabilidade obtidas são muito satisfatórias e concordantes com a literatura13–15. Será de considerar a angioplastia dos acessos em fases passíveis de intervenção, muito precoces dado a curva de sobrevida com oclusao nos primeiros dias, evitando a necessidade de partir para acessos mais diferenciados.

Não foi encontrado nenhum factor que afectasse negativamente a permeabilidade, o que poderia ser alterado com o aumento da dimensão da amostra ou do tempo de follow-up, pois havia tendencialmente menor permeabilidade nos determinantes descritos na literatura como associados a mau prognóstico (idade, sexo feminino, acesso prévio não funcionante, doença cardíaca isquémica ou doenca arterial periférica).

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Trabalho apresentado no XII Congresso Anual da SPACV (14–16 junho 2012).

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