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Inicio Angiologia e Cirurgia Vascular Fístula arterio-venosa femoral iatrogénica
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Vol. 10. Issue 2.
Pages 81-82 (June 2014)
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Vol. 10. Issue 2.
Pages 81-82 (June 2014)
DOI: 10.1016/S1646-706X(14)70055-2
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Fístula arterio-venosa femoral iatrogénica
Iatrogenic femoral arterio-venous fistula
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João Vieira
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joaovvieira@gmail.com

Autor para correspondência.
, Miguel Gomes, Lourenço Castro Sousa, Gonçalo Sobrinho, Luís Mendes Pedro, José Fernandes Fernandes
Serviço de Cirurgia Vascular, Hospital de Santa Maria-Centro Hospitalar Lisboa Norte; Faculdade de Medicina, Universidade de Lisboa; Centro Académico de Medicina de Lisboa, Lisboa, Portugal
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Homem de 69 anos com antecedentes de patologia cardíaca e submetido a cateterismo por acesso femoral direito após enfarte agudo do miocárdio 2 anos antes.

Foi referenciado à Consulta Externa de Cirurgia Vascular por edema e sensação de cansaço do membro inferior direito.

Na avaliação inicial constatou-se a normalidade dos pulsos femorais e poplíteos, a presença de frémito palpável na região inguinal direita bem como um sopro sisto-diastólico naquela área. Havia um franco edema membro inferior direito e não se observavam alterações da coloração ou da temperatura.

Foi efectuado Eco-Doppler arterial e venoso dos membros inferiores que sugeriu a presença de fístula arterio-venosa (FAV) entre a artéria e a veia femoral comum bem como de doença estenosante arterial no sector tibioperoneal.

O diagnóstico foi confirmado por Angio-TC (fig. 1) e o doente foi operado eletivamente. Intraoperatoriamente constatou-se que a comunicação arterio-venosa ocorria entre a artéria femoral profunda e a veia circunflexa (fig. 2A) sendo possível o seu tratamento por encerramento direto (fig. 2B). A resolução do quadro foi confirmada por arteriografia (fig. 3).

Figura 1.

Angio TC Membro inferior direito.

(0.14MB).
Figura 2.

A) Visualização de comunicação entre a veia femoral e artéria femoral profunda. B) Após tratamento da FAV.

(0.19MB).
Figura 3.

Controlo angiográfico intra-operatório.

(0.05MB).

No pós-operatório verificou-se a imediata diminuição do edema do membro.

Copyright © 2014. Sociedade Portuguesa de Angiologia e Cirurgia Vascular
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